Nome maior do cinema europeu, autor de uma obra serenamente subversiva, independente e livre, onde o Político e o Poético são indissociáveis. Dos filmes-discurso sobre as (des)ilusões da herança do Maio de 68 (onde sobressai Jonas que terá 25 anos no ano 2000, escrito com John Berger) aos filmes-poema que as interiorizam (com A Cidade Branca à cabeça, filmando uma Lisboa-cidade- personagem a que voltará em Requiem, “espécie de ode a Lisboa e aos lisboetas”), o cinema de Tanner desenha um mapa lúcido de um espaço-tempo que nos interpela enquanto espectadores.

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