Sérgio Graciano é um realizador português com uma já considerável carreira no cinema e televisão. Estreou-se na longa-metragem com Assim Assim (2010). Durante dois anos, trabalhou em Angola, onde foi responsável pela ficção na Semba Comunicação, e realizou Njinga – A Rainha de Angola (2013), distinguido com dois prémios da African Film Academy. Seguiram-se Uma Vida à Espera (2016), vencedor do Prémio do Público do FESTin, Perdidos (2017) e Bloodlines (2018), co-realizado com Manuel Pureza. Assinou ainda O Som que Desce na Terra (2021) e Salgueiro Maia – O Implicado (2022), recebendo, na televisão, um Emmy Internacional por Laços de Sangue. Entre os seus trabalhos mais recentes encontram-se Os Papéis do Inglês (2024), Playback (2026) e Memórias do Cárcere (2026).
Sérgio Graciano
Realizador